Eu construo sistemas de automação sob medida — atendimento, qualificação e vendas rodando 24/7, feitos pra sua regra de negócio.
Não é chatbot de prateleira. É construção sob medida, por quem entende de operação.
Template te dá uma caixa de respostas prontas que trava no primeiro caso fora do script. Eu construo a operação inteira — cada peça desenhada pra sua regra de negócio, conversando entre si, rodando sozinha.
Um agente que entende contexto, responde como gente e não perde lead às 3 da manhã. Conversa de verdade — no seu tom, a qualquer hora, todo dia.
A IA aprende o seu negócio de verdade — procedimentos, condições, aquelas dúvidas que só quem trabalha aí sabe responder. O cliente pergunta qualquer coisa e recebe a resposta certa.
Ele separa curioso de comprador antes de chegar em você. Você recebe só quem tá pronto — com o histórico da conversa na mão, sem repetir pergunta.
Marca, remarca e confirma direto na sua agenda, sem choque de horário. E lembra o cliente sozinho, antes da hora — sua agenda para de ter buraco de quem esqueceu.
Lead que sumiu não vira prejuízo. O sistema retoma a conversa parada na hora certa, com a mensagem certa, e traz gente de volta pro funil — no automático.
Cada lead entra num funil que é o seu — sem forçar seu negócio a caber no molde de um CRM genérico. Você enxerga onde cada pessoa parou e por quê.
No fim do dia — ou da semana — o resumo chega pronto: quantos leads entraram, quantos qualificaram, quantos fecharam. Você nem precisa abrir painel; o número vem até você.
Acompanhe tudo do celular, onde estiver. Métricas ao vivo e alerta na hora que algo precisa de você — sem planilha, sem depender de estar na frente do computador.
E quando o projeto pede, vai fundo: emissão de nota fiscal automática, cobrança e boleto no piloto automático, lembrete de vencimento antes de virar inadimplência e regras de cobrança que rodam sozinhas. Entra só o que faz sentido pro seu caso — nada de peso morto.
A maioria dos clientes não vai embora insatisfeita. Vai embora porque ninguém chamou de volta.
O sistema não esquece. Ele sabe quem não aparece há três meses, sabe quando é hora do retorno, e reabre a conversa sozinho — no momento certo, com a mensagem certa. Sem você lembrar, sem sua equipe parar pra puxar lista.
Vender de novo pro mesmo cliente custa uma fração do que custa conquistar um novo. É a receita mais barata do seu negócio — e é a que quase todo mundo deixa na mesa.
O sistema acompanha o ciclo de cada cliente e chama quando faz sentido, não quando dá na telha.
Cliente parado há meses volta pra conversa sem você levantar um dedo.
Aniversário, renovação, vencimento. O contato certo no dia certo.
O sistema lembra o que a pessoa comprou e quando. Nada de tratar cliente antigo como desconhecido.
Todo projeto segue o mesmo método — o que muda é o que sai dele.
Como o cliente chega, onde ele trava, o que sua equipe faz na mão que não deveria. É aqui que aparece o dinheiro que tá vazando — e às vezes o cliente descobre que o problema não era o que ele achava.
Você vê exatamente o que vai ser feito, o que cada peça resolve e o que esperar de resultado. Sem caixa-preta: você aprova o projeto antes de existir uma linha de código.
Agente, integrações, funil, automações — tudo montado e testado com os casos reais do seu negócio, incluindo os que dão errado. Você acompanha o progresso, não fica no escuro esperando.
Acompanho de perto os primeiros dias, ajustando o que a realidade mostrar — porque conversa de cliente sempre traz o que nenhum teste previu.
Acompanho os números, refino as respostas do agente e ajusto o que o uso pedir. Seu negócio muda; o sistema muda junto.
Os sistemas abaixo saíram da minha mão, linha por linha — construídos em cima da operação real de cada negócio.
Uma secretária que não falta, não dorme e não sai de férias. Atende, tira dúvida sobre procedimento, agenda sem choque, confirma, lembra o paciente e emite a nota — integrado à agenda e à cobrança. Funciona pra consultório de um profissional só e pra rede com várias unidades, cada uma sem misturar.
Tablet na mesa e pedido pela conversa: o cliente pede na hora que quiser, sem esperar garçom. Sua equipe atende mais mesa com menos gente. E com a identificação do cliente no pedido, você para de servir desconhecido — sabe quem já veio e o sistema chama de volta sozinho.
Sistema de atendimento e gestão de alunos, com qualificação de matrícula e acompanhamento de quem some.
Agente que conhece o catálogo inteiro, tira dúvida de produto, confirma pedido e recupera carrinho abandonado sozinho.
Atendimento de alto volume com informação dinâmica — o que muda no evento muda na resposta do agente, em tempo real.
Sistema de vistoria com agente em inglês australiano, operando fuso e regra de negócio de outro país.
Captação e qualificação de matrícula no automático: o agente responde dúvida de turma, valor e horário, e leva o interessado até a inscrição sem ninguém parar pra atender.
Eu não vim do marketing. Vim de dentro da operação.
Trabalhei em negócio de balcão, com equipe correndo e cliente esperando. Foi ali que eu entendi uma coisa que quase nenhum fornecedor de tecnologia entende: o problema nunca é a ferramenta. É a operação que não tem tempo de parar pra usar a ferramenta.
Por isso eu não vendo sistema pronto. Eu sento, olho como o seu negócio funciona de verdade, e construo em cima disso. Hoje construo sistemas que atendem, qualificam e vendem sozinhos — cada um nasce da mesma pergunta: onde essa operação está perdendo dinheiro sem perceber?
Você fala direto comigo. Nada de fila de suporte, nada de projeto entregue pra estagiário resolver. Eu conduzo o seu projeto do diagnóstico ao ar — e continuo por perto depois.
Depende do que o seu negócio precisa — e isso é o oposto de enrolação. Sistema sob medida não tem tabela porque não tem escopo fixo: um consultório que precisa de atendimento e agenda é um projeto; uma operação com várias unidades, cobrança e integração é outro. No diagnóstico eu mapeio o que faz sentido pro seu caso e você recebe um orçamento fechado, sem surpresa depois.
Projetos simples entram no ar em algumas semanas. Operações mais complexas levam mais — e eu digo o prazo real na arquitetura, antes de começar, não no meio do caminho.
É exatamente por isso que é sob medida. Sistema pronto quebra quando encontra a sua exceção; o meu é construído em cima das suas regras, incluindo as esquisitas. Se no diagnóstico eu perceber que automação não resolve o seu caso, eu falo — prefiro não vender do que entregar algo que não vai funcionar.
Não. Você entende do seu negócio, eu entendo da construção. Você me conta como as coisas funcionam aí, e eu cuido do resto. A entrega vem com sua equipe treinada pra usar.
O agente responde com base no que o seu negócio realmente oferece, não inventando. E onde a conversa exige gente — caso delicado, exceção, negociação — ele passa pra você em vez de improvisar. Antes de ir ao ar, tudo é testado com casos reais, inclusive os que dão errado.
Melhor ainda. Construo em cima do que você já usa quando faz sentido, em vez de te obrigar a trocar tudo. Parte do diagnóstico é justamente entender o que fica e o que sai.
Não é reunião de vendas. É um diagnóstico: eu entendo como seu negócio funciona hoje, onde a operação trava e quanto tempo sua equipe gasta com coisa que máquina faz melhor.
Se fizer sentido a gente trabalhar junto, eu monto a proposta. Se não fizer, você levou o mapa da sua operação e não me deve nada.